sábado, 31 de dezembro de 2011

O PNR condena veementemente a venda da EDP à China e acusa o Governo de traição

Consumou-se mais uma traição a Portugal, bem grave desta feita, com a venda da participação do Estado na EDP à China, a ser assinada nesta sexta-feira.

Estamos perante mais uma situação escandalosa e gravíssima de transferência de soberania nacional, levada a cabo por um Governo que, fazendo de tudo para agradar à Troika e obedecer às ordens vindas de fora, nem hesita em prostituir-se e vender, a interesses estrangeiros, sectores vitais para o país.

O PNR demonstra assim a mais viva repugnância por esta traição, denunciando-a como mais uma grave agressão à soberania nacional e aos interesses dos Portugueses.

Reiteramos que, para os Nacionalistas, sectores como os das energias, transportes, comunicações e recursos naturais, por serem vitais para a soberania nacional e para o serviço à população, jamais, em circunstância alguma, deveriam sair das mãos do Estado.

Esta vergonhosa venda da EDP, apenas vem aumentar o rol das barbaridades que levarão a que o presente Governo e o Regime vigente sejam um dia julgados pela História como autores de uma das maiores traições a Portugal.

Comissão Política Nacional 27 de Dezembro de 2011

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

BOAS FESTAS


O Coimbra Terra Portuguesa e o PNR Coimbra desejam a todos os seus militantes simpatizantes e a todos os portugueses um Feliz Natal e Bom Ano 2012.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

CP suprime alternativas rodoviárias ao Ramal da Figueira da Foz



Empresa justifica com decisão de não reactivar a ligação ferroviária, deixando a iniciativa aos operadores rodoviários locais
A CP – Caminhos de Ferro Portugueses anunciou que, a partir de dia 1 de Janeiro de 2012, deixará de garantir os transportes rodoviários alternativos no Ramal da Figueira da Foz, que mantinha desde que aquela linha, que liga a Figueira à Pampilhosa, foi desactivada para a realização de obras. O ramal, que passa também pelos concelhos de Cantanhede e Montemor-o-Velho, foi desactivado, tendo em vista uma empreitada de beneficiação. Foram também retirados os carris, com a justificação de que assim se evitariam furtos, mas, no recente Plano Estratégico para o sector dos transportes ficou confirmada a decisão de suspensão do processo de reactivação.

Mais um duro golpe nas populações da zona perpetrado pela administração da CP formada por gente manifestamente incapaz e manifestamente capaz de tudo e pelo governo de direita mais papista que a Troika lacaio do feitor alemão.

As populações da zona, saberão dar a divida resposta a mais este benefício impingido por quem tem carros topo de gama pagos por todos nós e não sente os benefícios da sua desgovernação.

Como desde sempre apoiamos esta luta, porque os transportes servem o povo e não as empresas privadas onde muitos dos que tentam encerrar linhas e ramais têm ou sonham ter interesses.

Eles tiram “gorduras nos nossos transportes, mas os boys gordos que administram as empresas continuam no mesmo número e com aumento benefícios. A tradição já é o que era e Roma paga principescamente aos traidores.

É tempo de sair à rua e gritar. Não será nos restringindo-nos à “indignação”, como parece ser de bom-tom fazer hoje em dia, que se fará com que as coisas mudem. A indignação que não desagua na acção concreta é apenas uma maneira cómoda de ficar em paz com a nossa consciência. Apenas a intervenção resoluta das classes populares e das classes médias na batalha pode dar à “indignação” que suscitam as práticas das multinacionais, ou pura e simplesmente ao ressentimento anti-bancário, a base social que ainda lhe falta – quer a acção a levar a cabo se situe aquém ou para lá dos limites da legalidade burguesa.




FONTE>

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

CARAVANA NACIONALISTA



Os nacionalistas do distrito de Coimbra e o seu partido o PNR vão terminar o ano com uma grande acção de panfletagem, na zona da Beira Serra.
Partida de Cantanhede ás09.30 com passagem em Coimbra pelas 10.00 horas e inicio da acção em Poiares pelas 11.00 horas. Seguem-se os concelhos de Arganil, Góis, oliveira do Hospital e tábua, com paragem para um almoço convívio.

Mais informações:
Telemóvel 961488375
E-mail PNRCoimbra@gmail.com

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Afundam os Estaleiros Navais do Mondego



Depois de a empresa proprietária ter desistido do plano de viabilização, apresentado em Julho, e de nenhum dos credores presentes ter nenhuma solução de viabilização, o Tribunal Judicial da Figueira da Foz decretou, ontem, encerramento dos Estaleiros Navais do Mondego (ENM), que deverão ser colocados à venda nos primeiros dois meses de 2012.

Afundam os ENM e afunda toda a nossa indústria naval. Os primeiros golpes foram dados durante o PREC quando a política de terra queimada dos comunistas afundou a nossa marinha Mercante e por consequência muita da indústria naval ligada aquela área depois vieram os golpes da direita (PS/PSD/CDS) com o desmantelamento das frotas de pesca e o agonizar dos estaleiros ligados a este sector. As encomendas são raras e o próprio estado prefere muitas vezes o estrangeiro à produção nacional. A dependência económica e financeira é cada vez maior o desemprego aumenta e desaparecem os artífices neste mister. É o caminho aberto para a pedinchice para as esmolas do FMI e as imposições das troikas e dos feitores alemães e franceses.

Portugal agoniza, os políticos do sistema e o grande capital engordam.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Encerramento dos postos médicos das freguesias de Corticeiro de Cima, Vilamar e S. Caetano


A notícia foi conhecida há cerca de um mês, deixando toda a gente incrédula. Falamos da suspensão da contratualização da USF “As Gandaras” com a ARS Centro, que ditou o encerramento dos postos médicos das freguesias de Corticeiro de Cima, Vilamar e S. Caetano, levando os executivos das respectivas juntas de freguesia a unirem-se para se fazerem ouvir junto das «entidades responsáveis».
Mais uma machadada no já débil SNS. O posto médico mais próximo fica em Febres só acessível a quem tem transporte próprio e para além de rebentar pelas costuras no que diz respeito a utentes situa-se num edifício sem condições para albergar tanta gente, a precisar de novas instalações e onde tudo falha a começar pelo sistema informático.
É esta a saúde do governo PSD/CDS em tudo igual à do PS que tanto criticavam

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Boicote o Comércio Chinês e os produtos chineses.




O que está por trás de tanta loja chinesa? ANTES DE MAIS UMA CONCORRÊNCIA DESLEAL APLAUDIDA PELO GOVERNO PORTUGUÊS.

Começa por se estranhar o facto de irem ocupar lojas, com rendas altíssimas, que ninguém ousa alugar. Estranha-se também só venderem produtos Made China.
As rendas altíssimas das lojas, são pagas directamente pelo governo chinês (!!!), que como contrapartida exige aos donos chineses, que só vendam produtos chineses.
O governo Português isenta os comerciantes estrangeiros, do pagamento de IRC (imposto), durante 5 anos (chocante !!!) Entretanto todos os 5 anos mudam de sitio e de nome e ficam isentos de novo.
Enquanto o comerciante Português chafurda afogado em impostos, estes tem a papinha feita, para tomarem conta do mercado e assistirem satisfeitos, impávidos e serenos ás falências em cadeia, de todos os seus competidores nacionais que são obrigados a pagar impostos e a cumprir uma lista infinita de normas europeias.
A concorrência é desleal pois os chineses não cumprem quase nenhuma dessas regras.
E o que dizer do controle de qualidade dos artigos que estas lojas vendem?
E o que dizer da obrigação de etiquetagem em Português e da garantia obrigatória dos produtos?
Já pensou também porque são tão baratos estes artigos? Porque são feitos com material da mais baixa qualidade, alguns deles suspeitos e prejudiciais à saúde e principalmente porque são feitos com a exploração da mão-de-obra em situação de verdadeira escravatura e com recurso a mão-de-obra infantil.
Não respeitam também regras normativas da Europa e Portugal não fiscaliza.
As lojas chinesas crescem como cogumelos, muitas vezes em Centros Comercias como é o caso do FREXIAL SHOPING em Cantanhede. Este centro comercial que alberga uma loja do grupo Intermarche sobejamente conhecido pelo exploração a que sujeita os funcionários, dá agora as mãos a uma loja chinesa enquanto hipocritamente anuncia que apoia a produção nacional.
Se apelamos a que se boicote o comércio e os produtos chineses esse boicote deve ser extensivo a estas lojas em centros comerciais que os albergam.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Co-incineração: pedido de audiência ao primeiro-ministro avança


Deu entrada, esta quarta-feira, nos gabinetes do primeiro-ministro e da ministra do do Ambiente um pedido de audiência feito pelo Grupo de Cidadãos de Coimbra, bem como das Câmaras Municipais de Coimbra, Setúbal, Palmela e Sesimbra, do movimento de cidadãos pela Arrábida e estuário do Sado, que mantém de pé a luta contra a co-incineração de resíduos perigosos.

Encabeçado pelo advogado Castanheira Barros, o Grupo de Cidadãos de Coimbra pretende que o Governo tome medidas para aquilo que entende ser um «atentado à saúde pública», tal como explicou o advogado esta manhã, em conferência de Imprensa.

«Confirmo que o pedido de audiência já deu entrada e que conta com o apoio das autarquias de Coimbra, Setúbal, Palmela e Sesimbra. No fundo, o que pretendemos é que o governo tenha noção dos perigos que a co-incineração de resíduos perigosos oferecem à saúde pública e que, por isso, não deve continuar a ser realizada. Se a audiência nos for concedida, como esperamos, enviaremos pareceres de cientistas portugueses que comprovam que da co-incineração resultam graves problemas para a saúde pública», disse o porta-voz dos queixosos.

Castanheira Barros deu a conhecer as razões que fazem parte do pedido de audiência:
1.Apresentação de um breve historial dos factos mais proeminentes do processo de co-incineração de resíduos perigosos desde 1997 (data da assinatura do Memorando de Entendimento da então ministra do ambiente Elisa Ferreira com os presidentes da Cimpor e da Secil) até ao mais recente despacho judicial de 10 de Outubro de 2011 (de admissão do recurso interposto pelo Grupo de Cidadãos de Coimbra para o Tribunal Central Administrativo – Norte da sentença proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra que deu luz verde à co-incineração em Souselas);

2.Comunicação das mais grosseiras anomalias processuais praticadas pelos tribunais portugueses ao longo dos últimos cinco anos;

3.Exposição da forma como foi obtido o parecer da Comissão Científica e Independente de Fiscalização e Controlo do Processo da co-incineração;

4.Entrega e discussão de pareceres de prestigiados cientistas que arrasam o parecer da Comissão Científica Independente e que demonstram que da co-incineração de resíduos perigosos resulta a produção de graves danos para a saúde pública e para o ambiente, devido à libertação para a atmosfera de dioxinas e furanos que são substâncias altamente cancerígenas e cujos efeitos subsistem durante mais de 30 anos.

O advogado teceu também algumas críticas à forma como foi atribuída a autorização às cimenteiras que hoje praticam a co-incineração, bem como às instâncias legais que deliberaram sobre o processo:

- Este processo está viciado desde o seu início. As cimenteiras Cimpor e Secil ficaram encarregues de praticar a co-incineração de resíduos perigosos sem que tenha sido levado a cabo qualquer concurso público para o efeito. Claro que isto é um negócio da china para as próprias cimenteiras. O que eu gostava de ver era os administradores destas empresas a viverem ao lado das mesmas. Mas, se não o fazem, por algum motivo será… Por outro lado, os tribunais administrativos não fizeram justiça nas acções cautelares. Houve julgamentos parciais com grosseiras e intoleráveis anomalias ao longo dos últimos cinco anos.

A pirólise como solução
E como quem critica deve sempre apresentar alguma alternativa, o Grupo de Cidadãos de Coimbra leva à letra essa regra. Nesse sentido, propõe uma solução para combater a co-incineração de resíduos perigoso: a pirólise. Castanheira Barros explica em que consiste: «A pirólise é um método através do qual os resíduos são queimados em fornos que trabalham a altíssimas temperaturas, em recinto fechado, o que faz com que não haja qualquer perigo para a saúde pública dos cidadãos.»

Vitor Ramalho é outra voz activa

Quem também tem estado permanentemente ao lado de Castanheira Barros na luta contra a co-incineração de resíduos perigosos é Vitor Ramalho, outro dos membros do Grupo de Cidadãos de Coimbra, que se mostra optimista para a audiência com o governo, e que afirma que a luta está para durar:

- Estamos esperançados que esta audiência com o primeiro-ministro e com a ministra do Ambiente nos traga algo de positivo, uma vez que o anterior governo PSD que esteve em funções (n.d.r.: Durão Barroso era o primeiro-ministro e Isaltino Morais o ministro do ambiente), mal tomou posse, mandou parar a co-incineração. Esperamos que este executivo tome medidas. Também Pataias se prepara para ter co-incineração, que é uma situação muito semelhante ao que acontece em Souselas, onde as casas em redor da cimenteira são habitadas pelos seus operários. Nesse sentido, vamos também sensibilizar o presidente da Câmara Municipal de Alcobaça para este problema. Em Portugal, temos o espírito sebastianista de que alguém há-de lutar por nós e fazer alguma coisa. Talvez não tenhamos a companhia necessária nas alturas certas, mas sabemos que não estamos sozinhos e vamos continuar a nossa luta. (A Bola)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Os primeiros Estados Gerais do PNR lançam o “Nacionalismo-Renovador”


Decorreram os primeiros Estados Gerais do PNR, em Alcobaça, tendo reunido diferentes grupos de trabalho, ao longo dos quatro módulos do seu programa.

Foram abordados e debatidos, nesta primeira edição de Estados Gerais, os temas da “Segurança Interna”, “Educação”, Família e Demografia” e “Economia”, que tiveram lugar durante todo o dia Sábado, e ainda os temas da “Cultura e Património”, “Agricultura” e “Saúde”, no Domingo.

Encerrou-se esta acção com a apresentação do Manifesto, “Nacionalismo Renovador”, cujo teor visa dar um passo em frente, de coragem, apontando o caminho do Nacionalismo Português e moderno.

Detectadas que estão as inúmeras dificuldades e também erros cometidos na área Nacionalista nos últimos 40 anos, importa iniciar um caminho que, sem abdicar do ADN Nacionalista e dos nossos Valores e Fundamentos, saiba entender os dias de hoje e os seus circunstancialismos, adequando a mensagem às realidades e à sociedade quotidiana, de modo a que a passe a nossa mensagem e as pessoas a absorvam.

Tendo vocação e desejo de virmos a ser poder, urge assim ter capacidade, vontade e coragem de Renovar o combate e o estilo, a estratégia e a mensagem, a estética e a linguagem, de modo a que se enquadrem na presente época e nestas circunstâncias. Mas mal de nós se não soubermos destrinçar o essencial do acessório e não libertarmos os fundamentos que nos norteiam de modelos temporais. Mal de nós se nos isolarmos num gueto ideológico, autista e cristalizado no tempo, que não chega às pessoas nem deixa marca na História. Compete-nos a missão de relançar o Nacionalismo com âncoras na nossa Identidade, Cultura e História, mas adaptado aos tempos de hoje.

Portugal precisa de nós, que somos a verdadeira Alternativa ao regime vigente, Hoje e Agora: com ideias e soluções modernas e claras e o olhar posto no amanhã. É fundamental, pois, construir as bases de um Nacionalismo Português e Moderno. Somos Nacionalistas, e isso basta para nos definir. Somos Nacionais-Renovadores e isso enquadra-nos, dando corpo e sentido ao nosso trabalho e à nossa luta.

Assentes assim nos pressupostos que constituem as nossas Causas e as nossas metas, lançamos o desafio e as bases para a criação de um Nacionalismo-Renovador que seja ouvido e acolhido pelos Portugueses. Por Portugal! Para o século XXI.

FONTE

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Comércio da Baixa morre aos poucos sem dar luta



Armindo Gaspar, da Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra, foi o primeiro a lamentar a sala meia vazia da Junta de Freguesia de S. Bartolomeu para a reunião promovida ontem à noite pela Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME). É lamentável, desabafou, «com esta capacidade de intervenção não vamos a lado nenhum», insistiu, depois de ter ouvido o vice da CPPME, Pedro Soares, falar em união para combater os «absurdos» que pairam no sector.
Na sua intervenção, o responsável da CPPME identificou os problemas mais graves do sector, precisamente aqueles que estão na base de um abaixo--assinado que a Confederação está a promover e quer entregar em mãos ao primeiro-ministro a 22 de Novembro, numa manifestação marcada para esse dia em Lisboa.
Na edição em papel do Diário de Coimbra pode ler-se que os comerciantes estão preocupados com as causas próximas que vão acelerar a morte do sector. O aumento do IVA para a restauração e a taxa única de IRS serão os carrascos que ao serviço deste sistema vão dar a machada final. No entanto, devemos também elencar as causas remotas responsáveis pela “doença” de todo o comercio tradicional, na baixa de Coimbra e em muitas baixas deste país. A proliferação de grandes superfícies, que rodeiam a cidade, a concorrência desleal do comércio chinês, a falta de segurança na baixa, a desertificação e a falta de estacionamento são o vírus principal a que agora se junta a cicuta social/centrista para uma morte assistida com as habituais condolências do sistema.

O Comércio tradicional ajuda a:

Combater a desertificação populacional dos centros históricos e turísticos das nossas cidades, bem como das zonas rurais .
Combater a marginalidade através da constante movimentação da população elevando o nível de segurança e harmonia entre a sociedade e a área comercial.
Proporcionar uma zona saudável de lazer e maior animação cultural.
Defender a nossa Cultura, Identidade, Hábitos e Costumes.

É urgente apoiar o Comércio Tradicional, preservando-o e apoiando-o face ao comércio invasor e impessoal.
Defendendo o Comércio Tradicional, defendemos Portugal e os Portugueses.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Queixa-crime Metro Mondego/ Ramal da Lousã



Por iniciativa dos cidadãos Jaime Ramos e Mário Nunes foi apresentada uma queixa-crime relativa ao desmantelamento do Ramal da Lousã. Apresentada contra incertos, não vão certamente faltar “incertos” para incluir no rol. Os mesmos “incertos” que nos últimos anos destruíram quilómetros de ferrovia e acabaram com mais de 11000 postos de trabalho.
Desde a primeira hora solidarizamo-nos com a luta dos utentes deste Ramal, pelo que aplaudimos a corajosa iniciativa destes dois cidadãos.

domingo, 9 de outubro de 2011

APANHADA COM 30 DOSES DE HEROÍNA




O visível nervosismo foi fatal para uma mulher de 34 anos que, ao avistar a polícia, acabou por dar nas vistas e levar os agentes da PSP a perceberem que ali haveria algo de ilegal. Ao nervoso, juntou-se o facto de a mulher estar acompanhada por outras duas já referenciadas e o resultado foi a abordagem seguida da detenção por tráfico de estupefacientes. A mulher, de nacionalidade cabo-verdiana, tinha consigo 30 doses de heroína.
A detenção, efectuada pela PSP na tarde de quinta-feira, teve lugar na rua Cidade de Cambridge, numa acção que inicialmente até era preventiva, com a passagem da viatura descaracterizada da Esquadra de Investigação Criminal da PSP na zona do Bairro do Ingote, com o objectivo de dissuasão do tráfico e consumo de produtos estupefacientes.
Apesar da manifesta boa vontade e profissionalismo das nossas polícias o Planalto do Ingote está transformado num imenso supermercado de droga onde não faltam as mais modernas técnicas de vendas. Leis mais duras e penas efectivas de prisão são necessárias para acabar com este flagelo.
Notamos também que grande parte do tráfico é efectuado por estrangeiros, reforçando a ideia que imigração e criminalidade caminham juntas. Com efeito mais de 205 dos presos das nossas cadeias são estrangeiros e $0% do crime violente a eles está ligado, já sem incluir nestes números os nacionalizados.
O tráfico de droga nesta zona da cidade sempre foi maioritariamente controlado por elementos da etnia cigana, ao apercebermo-nos do aparecimento de africanos no negocio, somos imediatamente forçados a lembrar as guerras pelo controlo na venda de estupefacientes, que sistematicamente transformam alguns bairros da grande Lisboa e Margem Sul em autenticas zonas guerra.
Coimbra deixou de ser uma cidade pacifica e segura e só os nacionalistas têm coragem para o denunciar e medidas concretas e eficazes para combater a criminalidade Junte-se a nós.
FONTE

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Regresso às aulas | Até quando, o mais do mesmo?

Ao iniciar um ano lectivo sob a égide de um novo Governo, não se pode acalentar qualquer ilusão ou espectativa de grande melhoria, face às políticas educativas do anterior Governo PS, tão medíocres e confrangedoras como as suas protagonistas à frente do Ministério. A verdade é que todo o sistema educativo está enredado num pântano de vícios, à imagem do próprio do Regime, levando a que este novo ano escolar seja apenas mais um entre os últimos 37 de desnorte e experiências.

O Estado tem sufocado em Portugal a liberdade de ensinar e de aprender, condicionando política e ideologicamente as técnicas didácticas e os próprios manuais escolares, colocando toda a “máquina” da Educação ao serviço do laicismo, do republicanismo e do socialismo.

Enraizou-se na Educação, a ideia de que esta deve basear-se no princípio do prazer, sendo mais importante a diversão dos alunos do que a aprendizagem das matérias. A pedagogia do esforço foi criminosamente abatida, como o foi, de igual modo, o exercício da memória e do raciocínio lógico. Os exames, os trabalhos de casa e outras provas afins foram igualmente reduzidas, ou mesmo banidas, por serem no entender dos “cientistas da educação” uma fonte de stress para os alunos.

A Escola, outrora centrada no professor e na aprendizagem, passou a ser centrada no aluno e nas sucessivas experiências educativas, mas, mais recentemente, e pior ainda, passou a sê-lo nas estatísticas do “sucesso escolar” a divulgar, e nos números cruéis de uma economia que corta em toda a parte.

De desastre em desastre, chegámos a este ponto deplorável onde, ao longo de uma geração, se substituiu a formação académica e humana, por uma indústria de ensino que, além do mais, é uma perfeita fábrica de ignorantes onde o facilitismo crescente constitui uma fraude na avaliação dos alunos e uma coacção sobre os professores.

O PNR entende que é preciso reconstruir uma escola centrada no conhecimento, no saber e na aprendizagem das matérias, bem como na formação do carácter e das virtudes humanas. Deve ser esta, um espaço e local onde se aumentem os níveis de exigência do ensino e se combata o facilitismo; onde obediência, respeito, responsabilidade, esforço e mérito, voltem à ordem do dia.

Há que resgatar o ensino da politização esquerdista e da ditadura do politicamente correcto, que formata as mentes a atrofia o seu pleno desenvolvimento. Há que acabar com o lóbi da indústria de manuais escolares que, desvirtuando a sua verdadeira função, os transforma num amontoado de páginas coloridas cheias de palha e pouco conteúdo útil, pesando demasiado nos bolsos dos pais e nas mochilas dos filhos.

Importa restaurar o respeito pela figura do professor e a dignidade da sua carreira, bem como o ambiente de segurança vivido dentro e nas imediações das escolas.

Se há prioridade estratégica para a reconstrução de Portugal, esta consubstancia-se de facto na Educação da nossa Juventude! Educação para os valores e virtudes a par da formação académica e científica são uma meta e uma prioridade! (PNR)

domingo, 2 de outubro de 2011

PSD e CDS já nos andam a tratar da saúde


PSD e CDS já nos andam a tratar da saúde
Alguns serviços do Hospital Distrital da Figueira da Foz (HDFF) podem ter os seus dias contados. O conselho de administração do HDFF reuniu com directores e responsáveis, para anunciar possíveis cortes de serviços. “Os médicos foram informados das propostas, para se encerrar a unidade de oncologia e o bloco operatório.
O governo socialista já tinha dado a primeira machadada neste hospital ao encerrar o bloco de partos, agora social-democratas e centristas levam a o encerramento de mais dois serviços, provavelmente dento em breve será anunciada a morte do HDFF para dar lugar ao aparecimento de uma clínica privada gerida por uma sociedade onde investem capitais alguns boys destes três partidos que desgovernam Portugal e se governam muito bem.
O PNR repudia mais esta machadada na saúde dos figueirenses e estará ao lado do povo em mais esta luta contra os cortes cegos, contra as medidas economicistas deste governo, que só pensa em agradas aos vampiros do FMI e ao feitor alemão.
A saúde não é u negócio mas sim um direito.

Quando o British Hospital surge numa conversa, tendemos a perguntar: o de Campo ...de Ourique ou o das Torres de Benfica? O hospital pertence ao Grupo Português de Saúde desde o início dos anos 1980. O Grupo Português de Saúde pertence ao universo da Sociedade Lusa de Negócios, a tal que tinha um banco dentro. Exactamente: o BPN. O banco serviu para financiar a compra do British. Um fiasco. Entre 1999 e 2009, o British recuou de uma média anual de 12 mil consultas para cerca de 1800. Entre 2004 e 2007, o presidente do Grupo Português de Saúde foi o economista José António Mendes Ribeiro, o qual, quando saiu do grupo, deixou um passivo de perto de cem milhões de euros.

Pois foi precisamente José António Mendes Ribeiro que o ministro da Saúde, Paulo Macedo, foi buscar para coordenar o grupo de trabalho que vai propor os cortes a aplicar no Serviço Nacional de Saúde.

Isto, que podia ser uma charla dos Malucos do Riso, é o ponto em que estamos.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Acção em Coimbra pela defesa do Ramal Pampilhosa-Figueira da Foz

Hoje, 30 de Setembro, militantes e simpatizantes do Partido Nacional Renovador do distrito de Coimbra saíram à rua para protestar e distribuir panfletos alusivos ao fecho do Ramal Pampilhosa-Figueira da Foz.
A acção teve início na Pampilhosa e terminou em Arazede, passando também por Cantanhede.
Os cidadãos mostraram-se solidários com a causa, apoiando-nos indiscutivelmente e mostrando uma enorme revolta sobre a actual situação.

Hoje é o primeiro dia de uma longa luta, nós não cederemos, nós venceremos!


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Co-incineração - Manifestação em Coimbra "contra decisões judiciais"













Contrariamente ao esperado a manifestação teve muito pouca participação. As causas podem ser certamente encontradas num certo baixar dos braços numa luta longa e dura, numa certa desinformação sobre esta questão e no abandono do barco por parte dos partidos políticos do sistema que tendo já retirado os dividendos políticos, tendo já feito o folclore mediático do costume abandonam agora a causa.
Os nacionalistas disseram presente e não vai deixar de lutar, juntamente com as Associações de Cidadãos e com os grupos ambientalistas para por fim a uma das birrinhas politicas do Sr. Sócrates.
Nós somos contra a co-incineração e contra a incineração de resíduos industrias perigosos (RIP).
De acordo com os actuais conhecimentos científicos, a emissão de dioxinas, furanos, metais pesados, partículas e outros compostos tóxicos, mesmo em quantidades mínimas, constituem factores de risco muito importantes.
Esta perigosidade deve-se à «elevada toxicidade, à tendência bio-acumulativa e à dificuldade e/ou impossibilidade de biodegradação natural» dos produtos libertados. As doenças susceptíveis de surgir devido à libertação dos produtos nocivos vão desde o cancro às perturbações comportamentais, passando pela infertilidade e agravamento de situações patológicas já existentes na comunidade.
Um quadro tanto mais negro quanto se está a lidar com entidades com bem poucas preocupações ambientais, a Secil e a Cimpor não têm sido empresas idónias e respeitadoras das populações e da defesa do meio ambiente.
Esta insistência na co-incineração inviabiliza regeneração e reciclagem de resíduos, e não estimula as indústrias a reduzirem a produção de RIP's, promovendo tecnologias de substituição, medidas que, no seu conjunto, poderão reduzir a mais de metade os lixos a submeter a outras formas de valorização, nomeadamente tratamento térmico e eventual co-incineração como última solução. Este é o caminho que é correcto defender.
O antigo processo civilizacional urbano industrial, que a humanidade construiu sobretudo a partir do séc. XIX, tem a ver com uma cosmovisão maquinista do mundo e uma lógica linear que preside a esse ponto de vista.
No final do séc. XX, a cosmovisão foi-se alterando. O esgotamento dos bens naturais e das energias fósseis, o uso de materiais não recicláveis e tóxicos, revelou o carácter auto destrutivo deste paradigma.
Uma nova cosmovisão ecosistémica e uma ecotécnica, permitem encontrar fundamentos alternativos para este "modelo" esgotável, esgotante e esgotado.
Reduzir os resíduos, reutilizar objectos produzidos, reciclar e utilizar energias renováveis, possibilitam repensar o processo produtivo e encarar um desenvolvimento ecologicamente sustentado e valorizando a associação e a cooperação entre produtores, consumidores.
Nós nacionalistas porque defensores da terra e do bem estar social e da qualidade de vida não nos revemos neste sistema que tudo submete ao lucro, pondo mesmo em causa a nossa continuidade e a continuidade do planeta.
A força da razão vai ser superior à razão da força.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

PELA REABERTURA E MODERNIZAÇÃO DO RAMAL PAMPILHOSA – FIGUEIRA DA FOZ


O Ramal Ferroviário da Pampilhosa – Figueira da Foz encerrou para obras a 5 de Janeiro de 2009, ou seja, há quase três anos que deixou de servir as populações locais.
No início deste ano de 2011, a Refer afirmou que o ramal seria reactivado no presente ano. Mas agora, decorridos nove meses e face à continuação do estado de abandono desta linha, a empresa remete-se ao silêncio e diz que não faz comentários sobre a matéria.
Por outro lado, a Comunidade Inter-municipal do Baixo Mondego está verdadeiramente empenhada neste assunto, estando nele, acompanhada pelos Presidentes das várias Juntas de Freguesia dos Concelhos atravessados pela ferrovia.
O PNR defende a urgente requalificação e reactivação da linha, cujo investimento de 18,3 milhões de euros está suspenso devido ao PEC III.
Esta linha ferroviária, além de ter um impacte local considerável tem ainda um efeito estrutural na rede nacional, com implicações fortemente vantajosas na sua exploração, nomeadamente na logística entre Lisboa e a fronteira de Vilar Formoso.
No dia 23 de Setembro, sexta-feira, pelas 21:30 horas, a sua defesa vai ter voz, numa sessão organizada pelo Projecto Cultura e Cidadania que terá lugar no Café Aliança, em Mira. Dirigentes de alguns partidos, entre os quais o PNR, bem como os autarcas da Mealhada, Cantanhede, Montemor-o-Velho, Figueira da Foz e Mira, estarão presentes nesta iniciativa.
Entretanto, o PNR fará acções de distribuição de folhetos e colagem de cartazes, dando força à luta que é de tantos, numa região penalizada por aquele encerramento ferroviário, sendo este o momento certo para que o Governo olhe a pretensão, que é legítima, de toda uma população local que está unida nesta causa.

FONTE

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Fazer nossas as causas do POVO



Os nacionalistas e o seu partido o PNR fazem suas as causas do povo, porque acreditam nelas e sabem que são os únicos com capacidade de as defender sem aproveitamentos políticos ou segundas intenções.

O PNR Coimbra tem sabido apoiar as mais diversas causas locais, acompanhando e protestando na rua em defesa dos mais elementares direitos dos habitantes do Distrito. Participando nas manifestações de rua, protestando com acções de panfletagem ou incluindo militantes seus nos grupos organizados de cidadãos, o PNR tem estado na cabeça da luta marchando orgulhosamente com o povo do Distrito.

Com a firme convicção de servir o PNR Coimbra, apoia e participa nas seguintes acções de protesto esclarecimento:

Dia 23 de Setembro pelas 21.15 no Café Aliança em Mira o PNR participará no evento “TODOS PELA REABERTURA DO RAMAL PAMPILHOSA/ FIGUEIRA (com autarcas, políticos, etc.).

No dia 28 de Setembro marcaremos presença na “Co-incineração - Manifestação em Coimbra "contra decisões judiciais" que terá lugar às 18:00 na Praça da República, na Alta da cidade, antecederá um colóquio para “alertar, sobretudo os mais jovens, para os perigos, a nível da saúde pública e do meio ambiente, da co-incineração”, de RIP nas cimenteiras de Souselas (Coimbra) e de Outão (Arrábida).

Por fim no dia 1 de Outubro estaremos presentes no Cordão Humano em defesa do Ramal da Lousã.

“Se digo que esta ou aquela coisa não me agrada, estou protestando. Se me ocupo, ao mesmo tempo atentar que algo que não gosto não volte a ocorrer, estou resistindo. Protesto quando digo que não continuo a colaborar. Resisto quando me ocupo de que também os demais não colaborem.”

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Coincineração: Manifestação em Coimbra "contra decisões judiciais"



O Grupo de Cidadãos de Coimbra vai promover uma manifestação, em 28 de setembro, naquela cidade, para afirmar a sua “indignação contra as decisões judiciais” sobre o processo de coincineração de resíduos industriais perigosos (RIP).

A manifestação, que terá lugar às 18:00 na Praça da República, na Alta da cidade, antecederá um colóquio para “alertar, sobretudo os mais jovens, para os perigos, a nível da saúde pública e do meio ambiente, da coincineração”, de RIP nas cimenteiras de Souselas (Coimbra) e de Outão (Arrábida).

O PNR apoia e marcará presença na manifestação.

A CP quer “livrar-se” do transporte rodoviário nos Ramais da Lousã e Pampilhosa/ Figueira














Empresa apresentou proposta para deixar de se responsabilizar pelas alternativas em linhas com a da Lousã ou Figueira-Pampilhosa
São cerca de 2,4 milhões de euros por ano, os custos assumidos pela CP para assegurar o transporte em autocarros nos locais onde as linhas já não funcionam e que levaram a empresa a apresentar uma proposta à tutela e ao Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres (IMTT) no sentido de alterar esta situação.
Considerando que não se trata de simples interrupções temporárias para obras, mas de situações em que a questão se prolonga, a CP entende que devem ser as empresas de transporte rodoviário a assegurar as viagens. Em causa estão a Linha do Corgo, onde as despesas com o transporte rodoviário são de 7.346 euros/mês, a Linha do Tâmega de 11.096 euros/mês e na Guarda-Covilhã 10.798 euros/mês. Na ligação Figueira da Foz - Pampilhosa, a CP gasta 15.817 euros/mês e a fatia maior vai para o Ramal da Lousã, que liga Coimbra a Serpins e que custa 154 mil euros por mês.
Os boys que “administram a CP, a clientela partidária que os partidos do alterne vão colocando nos lugares de decisão desta empresa, continuam a brindar-nos com as suas tiradas falaciosas e a tentar impingir-nos os argumentos viciados do costume na tentativa de cobrir os seus erros e a sua incapacidade de gestão.
O comboio é o transporte mais seguro mais barato e se movido a electricidade o menos poluente. Só uma administração formada com gente manifestamente incapaz ou manifestamente capaz de tudo, não conseguiu rentabilizar a CP.
Livremo-nos pois destes desgovernados administradores muitos com ligações e interesses em empresas de transporte rodoviário e dos desgovernantes que os nomearam.

sábado, 10 de setembro de 2011

Tribunal administrativo viabiliza co-incineração


O Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Coimbra decidiu viabilizar a co-incineração em Souselas, não acolhendo a contestação de um grupo de cidadãos à queima de resíduos industriais perigosos (RIP) na cimenteira local, revelou ontem o advogado Castanheira Barros. O causídico, que lidera a contestação ao processo no plano jurídico, disse à agência Lusa que vai recorrer da sentença para o Tribunal Central Administrativo do Norte.
«A sentença do TAF de Coimbra considerou que quer o despacho do ministro do Ambiente de dispensa da Avaliação de Impacte Ambiental, quer as licenças ambiental, de instalação e de exploração, concedidas à Cimpor para a co-incineração de RIP em Souselas cumpriram todos os requisitos legais», adiantou.
O Juiz resolveu decidir as 3 acções populares relativas à co-incineração de resíduos industriais perigosos ( RIP’s ) em Souselas / Coimbra sem as submeter à apreciação dos 2 juízes adjuntos, impedindo assim que fossem julgadas por uma formação de 3 juízes como impõe o art. 40º nr. 3 do Estatuto dos Tribunais Administrativos e FAo ter decidido sem que tivesse sido realizada a audiência de julgamento, o Juiz Tiago Miranda impediu assim o Grupo de Cidadãos de Coimbra de fazer prova dos graves danos que resultam da co-incineração de RIP’s para a saúde pública e para o meio ambiente através da inquirição das suas prestigiadas testemunhas, em que se incluem o actual e um ex-reitor da Universidade de Coimbra ( respectivamente os Professores Doutor João Gabriel Silva e Fernando Rebelo ) , o actual Bastonário da Ordem dos Médicos ( José Manuel Silva ), os 3 Professores Universitários Massano Cardoso, Pedro Carvalheira e Delgado Domingos, os médicos Armando Gonsalves e Carlos Ramalheira , o biólogo João Pardal e Rui Berkmeier da Quercus .
O mesmo Juiz que impediu a inquirição das supra-referidas testemunhas omitiu todos os Pareceres apresentados pelo Grupo de Cidadãos de Coimbra que apontam no sentido de que os POP’s- Poluentes Orgânicos Consistentes que resultam da co-incineração de resíduos perigosos são altamente nocivos para a saúde pública, sendo alguns deles cancerígenos, como é o caso das dioxinas e furanos, transpondo para a matéria de facto dada por provada apenas factos alegados pelo Ministério do Ambiente e pela Cimpor .

Mais uma machada na luta contra a co-incineração e mais uma vergonha para a justiça portuguesa.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Encontro Nacionalista em Coimbra | Objectivos locais em marcha



No encontro Nacionalista de Coimbra, que hoje teve lugar, para apoiantes da região, o dirigente dessa Distrital, Vítor Ramalho, em entrevista à Lusa, voltou a defender a reabertura do ramal ferroviário da Pampilhosa, cujo encerramento, há quase 3 anos, afecta as populações entre a Figueira da Foz e a Mealhada.

Estabeleceu, com os militantes do distrito, objectivos concretos que visam a sensibilização e mobilização das populações locais em favor desta causa, através da distribuição de folhetos e colagem de cartazes entre os dias 15 e 23 de Setembro, data, esta última, em que terá lugar em Mira, um debate público sobre o tema, no qual o PNR pretende estar presente.

Também se insurgiu contra a intenção recentemente anunciada de se encerrar o serviço de urgência do Hospital dos Covões, em Coimbra. Referiu à Lusa que o PNR estará presente na luta contra este encerramento que, na linha do que já sucedeu com o encerramento das urgências em Cantanhede e Anadia, apenas fica demonstrado que se continuam a realizar cortes cegos onde não se deve e cujas consequências são graves para o bem-estar das populações e para a própria vitalidade local.

sábado, 3 de setembro de 2011

Almoço/convívio dos Nacionalistas do distrito de Coimbra

E É JÁ DOMINGO!
Marca presença no almoço/convívio dos Nacionalistas do distrito de Coimbra, com ponto de encontro no Portugal dos Pequenitos, pelas 12:00, sendo o jantar previsto às 13:00, num custo total de 12 euros.
Pedimos igualmente aos que pretendem participar, que contactem, para podermos informar o restaurante da quantidade de pessoas que estarão presentes.
Telemóvel: 961488375
E-mail: PNRCoimbra@gmail.com

domingo, 28 de agosto de 2011

Politécnico de Coimbra encerra escola superior com mais de 600 alunos


Era aquilo que ninguém queria ouvir em Oliveira do Hospital. Afastados que foram, há poucos meses atrás, os rumores de encerramento da Escola Superior de Tecnologia e Gestão, o Instituto Politécnico de Coimbra dá agora “o dito por não dito”, ao aprovar esta semana o fecho imediato da escola já no ano lectivo 2011-12.
A decisão, votada pela maioria dos membros (os representantes das seis escolas do IPC) que integram o Conselho de Gestão do IPC, apanha todos de surpresa, inclusive o próprio presidente da escola, Jorge Alexandre Almeida, que se encontra de férias no estrangeiro, e segundo o qual, nem ele, nem qualquer órgão da ESTGOH terá sido contactado nesse sentido.
Alegam os doutos responsáveis que é a solução mais “justa” face ao corte de verbas e desafiam quem não concorda a encontrar alternativas. Nós esperávamos que quem aufere lautos ordenados fosse capaz d as encontrar em vez de sacudir a água do capote.
Trata-se da solução mais fácil aprovada por quem é manifestamente incapaz ou manifestamente capaz de tudo, fruto é certo, dos cortes cegos deste desgoverno.
È mais uma machadada na tentativa de recuperação do nosso interior, levando todos a pensar que existe um plano, para a pouco e pouco o desertificar.
É mais uma machadada nas famílias e nos estudantes que a poucos dias de começarem as aulas têm de procurar alternativas.
Mais uma vez a visão igualitarista e economicista vinga, tratando o desigual como igual e os estudantes como um mero número.
Nós os nacionalistas opomo-nos veementemente a estas medidas, solidarizamo-nos com os oliveirenses e com os estudantes, prometendo fazer nossa esta causa.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

BASTA DE CRIMINALIDADE!


Um homem de 36 anos, funcionário de um café na Baixa de Coimbra, ficou ferido em consequência de uma discussão tida ontem, cerca das 9h00, no Monte Formoso, tendo sido assistido nos Hospitais da Universidade Coimbra.
De acordo com fonte da PSP de Coimbra, a vítima, residente no Bairro da Rosa, estaria a subir, a pé, a Rua Cidade de Poitiers, no Monte Formoso, em direcção ao Planalto do Ingote, quando foi abordado por três indivíduos, na casa dos 20 anos, que seguiam, de carro, no mesmo sentido.

Estas notícias começam a ser um lugar-comum, revelando que a criminalidade violenta alastra como um vírus por todo o país, sobretudo, mas não só, nas zonas problemáticas como as do Planalto do Ingote, onde os criminosos patrocinados pelo sistema têm casas onde não pagam renda, e outros benefícios que não são extensíveis a quem trabalhada.

Será normal que as pessoas tenham que mudar de hábitos de vida por se sentirem inseguras? Que deixem de frequentar a sua praia e temam utilizar os transportes públicos?
Não! Não podemos consentir que o ambiente de insegurança tome conta das nossas ruas e nos prive da liberdade e de uma vida com qualidade, em Segurança. Não há qualidade de vida onde a preocupação, medo e angústia nos perturbam o dia-a-dia.
A criminalidade crescente é um factor alarmante que, ao contrário de merecer a melhor atenção dos governantes, tem sido sistematicamente ignorada. Só o PNR tem coragem de encarar este flagelo de frente e apontar as suas causas e soluções, através de um programa claro e corajoso.

A classe política corrupta que nos desgoverna não conhece estes problemas, eles vivem noutro mundo…dos seus condomínios fechados não sentem a criminalidade dos nossos bairros (não usufruindo assim dos “benefícios” da criminalidade que nos impingiram), com os seus carros de luxo e motoristas particulares não conhecem os crimes que diariamente acontecem um pouco por todo o nosso Portugal, …é altura de dizer BASTA!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Ainda há quem arrisque e invista no comércio da Baixa de Coimbra


Uma pequena viagem, da praça 8 de Maio à Portagem, mostra cerca de uma dezena de lojas com as portas fechadas. As que existem tentam sobreviver da melhor maneira.
Com os saldos quase a acabar, vêem-se muitas pessoas a passear pelas ruas. Algumas “perdem” o seu tempo para apreciar e “deitar o olho” aos preços atractivos das montras.
Loja sim, loja não, é visível uma mistura de placas coloridas, a assinalar a percentagem de saldo, de cada artigo. “Isto é uma técnica para atrair os clientes”, explicam alguns comerciantes. Contudo, ao que parece, a técnica não está a ser suficiente para afastar a crise.
A concorrência no mercado da distribuição de bens de consumo no nosso País sofreu, nas últimas décadas, enormes e forçadas transformações que, de uma forma natural influenciaram a mudança dos hábitos de compra dos consumidores, alterando radicalmente todo o sistema comercial, desde a importação ao retalhista, passando pelo armazenista.
Antes da investida inesperada do poder económico e financeiro no sector da distribuição, o mercado do comércio a retalho pertencia, todos ele, às micro e pequenas empresas do sector, hoje chamado Comércio Tradicional. A concorrência entre comerciantes fazia-se de uma forma correcta e saudável, procurando cada um melhorar as condições de venda, atendimento e atracção do seu estabelecimento, na tentativa de conseguir aumentar a sua cota de mercado, contribuindo, embora sem precipitações, para a modernização do comércio.
Repentinamente, sem qualquer aviso prévio ou consulta às organizações representativas do comércio retalhista, sem qualquer plano ou estudo que permitisse, de forma equilibrada, intensificar a concorrência e apenas suprir necessidades estruturais, os sucessivos governos e instituições do estado com incentivos fiscais e outras facilidades concedidas às organizações económicas e financeiras, nacionais e estrangeiras, apoiaram-nas no seu plano de invasão do sector da distribuição, bem visado, e com estruturas comerciais que tinham e têm como objectivo concentrar em si todo o comércio em todo o território nacional e apagar do mapa comercial do País, todos os outros comerciantes.
Os governos que deviam controlar, planificar e prevenir, para que uma parte significativa da sociedade civil não sofresse, ela só, os prejuízos materiais e sociais, decidiu, em vez disso, apoiar os invasores e a sua “guerra”, os ataques economicamente violentos e sucessivos dos “hippers”, já por si possuidores de “armas” financeiras e técnicas superiores, benesses fiscais, horários especiais, localizações estratégicas e acessibilidades únicas, para que a conquista do mercado não pudesse, de forma alguma falhar.
Os servidores do poder financeiro nos governos, cumpriram e continuam a cumprir bem a missão que lhes foi encomendada pelos “patrões” da economia do País.


domingo, 21 de agosto de 2011

Queremos os nossos correios - Acção de distribuição

Ontem, dia 20 de Agosto, militantes e simpatizantes do Partido Nacional Renovador marcaram presença em mais uma acção de distribuição, desta vez, contra o fecho dos correios.
O percurso teve início no Mercado Municipal de Coimbra e, mais tarde, a locomotiva nacionalista conseguiu abranger toda a cidade de Coimbra.
Foram distribuídos cerca de 1.000 comunicados, os empenhados receberam saudações e pedidos de colaboração por parte da população local.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Há 116 funcionários da Câmara de Coimbra a acumular funções no sector privado


Na Câmara de Coimbra, são 116 os funcionários que também trabalham no sector privado. No país, só seis autarquias têm maior número de acumulações.
A esmagadora maioria destes funcionários pertence aos quadros superiores, lançando claramente suspeitas em relação a estas acumulações.
A fiscalização é nula a complacência é grande como tal é possível, faltar, trabalhar para outrem no horário de serviço, quem sabe mesmo trabalhar para outrem a quem a CMC adjudicou serviços no horário de serviço.
Podemos imaginar todos os cenários, porque “à mulher de César não basta ser séria….”
Sabemos é que muita desta gente ganha bons ordenados no sector privado e que deve começar por aqui o desengordar de muita autarquia, dando lugar a tanto licenciado no desemprego ou suprimindo o lugar.
Bem prega Passos Coelho acusando o anterior governo, mas aqui está uma prova em como a autarquias PSD/CDS também contribuem para o estado lastimoso a que chegaram as nossas finanças.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Queremos os nossos Correios


Dia 20 de Agosto distribuição do panfleto “Queremos os nossos Correios” em Coimbra pelas 10.30.
Ponto de encontro junto ao Mercado Municipal

Informações ;
E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375
No Facebook


sábado, 6 de agosto de 2011

CTT encerram mais estações de Coimbra


Correios de Portugal querem transferir serviços de Taveiro, Cernache e Ceira, devendo encerrar a Estação dos HUC
Apesar de dispor de boas instalações físicas, a Junta de Freguesia de Cernache vai ter de responder negativamente à proposta dos CTT para ficar com o serviço da actual Estação de Correios.
«Vai ser muito mau», observa Vítor Carvalho, antecipando um cenário de encerramento. «Não sei se os CTT vão encerrar a Estação, ou dar o serviço à exploração de privados», salvaguarda o autarca, tendo como certo que a Junta de Freguesia a que preside não tem recursos humanos para aceitar a proposta e, argumenta, «como estamos impedidos de fazer novas contratações vamos ter de recusar». Caso encerre, vaticina, os «quatro a cinco mil residentes ficam sem alternativas no serviço de correios».
A vergonha e o desprezo pelos conimbricenses não param.
Venham protestar com os nacionalistas. Num protesto realizar em Coimbra.
Contactos:
E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Queremos as nossas urgências



A Liga dos Amigos do Hospital dos Covões (LAHC), presidida por Armando Gonçalves, enviou há cerca de um mês uma carta ao novo ministro da Saúde dando a conhecer as suas preocupações com a criação do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), que funde dois hospitais centrais e duas urgências polivalentes. Assim, fez chegar a Paulo Macedo as conclusões de uma reunião realizada em Março e em que participaram responsáveis dos diversos departamentos médicos do Centro Hospitalar de Coimbra. Esta semana, as preocupações voltam a surgir, com o anúncio de encerramento de urgências.
O ministro da Saúde disse na sexta-feira que pretende ter concluída, até ao final do ano, a avaliação de todos os serviços hospitalares do país, que determinará onde existe excesso de oferta e as unidades que deverão encerrar. Este levantamento da oferta não se cingirá apenas aos serviços públicos, mas será alargado a todos as unidades hospitalares, incluindo privados e sociais.
Seria mais uma profunda loucura daqueles que nos desgovernam encerrar estas urgências. Mas como os nossos governantes ou são manifestamente incapazes ou manifestamente capazes de tudo, é preciso estar atento a todos os desvarios que estes lacaios da Troika possam pensar praticar.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Campanha dos CTT - Acção de colagens

Militantes do Partido Nacional Renovador (PNR) e da estrutura juvenil Frente Jovem (FJ) marcaram novamente presença numa acção de colagens feitas na madrugada do dia 29 de Julho.
No dia 30 de Julho, está agendado uma acção de distribuição do tema em causa, com o ponto de encontro junto à manutenção militar, pelas 10:30. 

Eis algumas das fotos tiradas na madrugada do dia 29 de Julho



Acompanhe-nos no nosso portal ou na nossa página do facebook

Campanha dos CTT - Acção de colagens

 



quarta-feira, 27 de julho de 2011

Eles andam ai e destes ninguem fala!!!

Putin quer contractos para aquisição de armas concluídos rapidamente

Rússia de regresso à corrida ao armamento
O primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, ordenou esta terça-feira que sejam concluídos "rapidamente" os 30 por cento em falta dos contractos referentes ao programa governamental de 2011 para aquisição de armas.


"Segundo as informações que disponho, ainda não há contractos para mais de 30 por cento do volume total das encomendas da defesa do Estado. Espero que apresentem um relatório ao governo até ao dia 31 de Agosto", afirmou o governante russo, citado pela agência Ria Novosti.

Vladimir Putin disse ainda que deve ser dada prioridade ao equipamento militar que requer produção de longo prazo. "Isto é válido para mísseis e tecnologias espaciais, aviação, equipamento naval, que em conjunto dão uma perspectiva do Exército e da Marinha", afirmou Putin.

A Federação Russa definiu um programa de encomendas de armas entre 2011-2020 que prevê actualizar anualmente 11 por cento do equipamento militar, o que lhe permitirá ter 70 por cento do armamento modernizado em 2020.


sábado, 23 de julho de 2011

Reitor critica fecho de Correios na Universidade



O reitor da Universidade de Coimbra, João Gabriel Silva, afirma que o encerramento da estação de correios no Pólo I, no final da próxima semana, vai causar «transtornos relevantes», e lamenta o procedimento adoptado pela empresa.
«É uma decisão unilateral, e nem sequer compreendemos a lógica subjacente», declarou à agência Lusa, lamentando que estando os Correios a utilizar instalações universitárias, por arrendamento, «não tenha havido uma tentativa de conversar».
É a terceira estação dos CTT a encerrar em Coimbra este mês
O serviço postal é um dos pilares de soberania de um país, pelo que deve ser claramente assumido pelo Estado!
Além do mais, contrariamente a outras instituições públicas, os CTT não têm tido problemas de fundo ao nível financeiro, apesar de gestões danosas nos últimos anos, com gastos sumptuosos em carros de luxo para a Administração, venda de património e posterior aluguer de instalações com rendas escandalosas, redução de pessoal do quadro e posterior recrutamento de funcionários a empresas de trabalho temporário… E se apresentam prejuízo no último ano, tal não passa de uma manobra de engenharia financeira, justamente para “justificar” uma privatização de conveniência.
A lógica economicista, de privatizações e encerramentos, não se pode sobrepor ao bem-estar social das populações, nem amputar o Estado de tal forma que este fique à mercê do grande capital, sobretudo o apátrida. Além disso ficam amaçados muitos postos de trabalho, quer pelos encerramentos, quer sobretudo, pela privatização e procura do lucro selvagem.
Lutemos pois, contra o encerramento cego de estações dos CTT e contra a privatização desta instituição nacional secular.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Quadrilha assaltou ourives de Vilamar à porta de casa


Ourives de 76 anos foi ameaçado com metralhadoras em pleno dia. Quatro homens fugiram com quatro malas carregadas de ouro, em menos de um minuto

Ladrões profissionais perpetraram ontem, em plena luz do dia, um assalto em Vilamar, Cantanhede. A vítima, Aires Rosete Longo, de 76 anos, ourives há décadas, não teve tempo nem para pestanejar. O assalto não demorou mais de um minuto, mas nem por isso deixou de ser extremamente violento, face às ameaças e às armas que a quadrilha apontou à vítima.
Eram 16h30, quando Aires Rosete Longo estacionou o seu carro, um Audi A6, na Rua Dr. João de Matos, em Vilamar, mesmo em frente à sua residência. Tinha acabado de chegar da habitual visita aos clientes. Na viatura tinha quatro malas carregadas de peças em ouro. Quando se preparava para retirar as malas do carro, com o objectivo e as levar para casa, quatro homens encapuzados encostam um Renault Megane, preto, ao lado do carro da vítima, três saem, armados com metralhadoras automáticas e, num ápice, carregam as malas do ourives para o Megane e arrancam de seguida a toda a velocidade em direcção a Febres. Antes, deram um empurrão ao empresário e ameaçaram-no de morte se reagisse à fúria da quadrilha.Ontem em Vilamar, amanhã num local perto de si ou graças à política de portas escancaradas, a viver luxuosamente em qualquer paraíso de férias.A classe política corrupta que nos desgoverna não conhece estes problemas, eles vivem noutro mundo…dos seus condomínios fechados não sentem a criminalidade dos nossos bairros (não usufruindo assim dos “benefícios” do multiculturalismo que nos impingiram), com os seus carros de luxo e motoristas particulares não conhecem os “arrastões” que diariamente acontecem nos transportes públicos, com os colégios particulares onde estudam os seus filhos, não imaginam as condições degradantes de muitas das escolas públicas e da insegurança de que são vítimas os nossos filhos…é altura de dizer BASTA!Será normal que as pessoas tenham que mudar de hábitos de vida por se sentirem inseguras? Que deixem de frequentar a sua praia e temam utilizar os transportes públicos?
Não! Não podemos consentir que o ambiente de insegurança tome conta das nossas ruas e nos prive da liberdade e de uma vida com qualidade, em Segurança. Não há qualidade de vida onde a preocupação, medo e angústia nos perturbam o dia-a-dia.
A criminalidade crescente é um factor alarmante que, ao contrário de merecer a melhor atenção dos governantes, tem sido sistematicamente ignorada. Só o PNR tem coragem de encarar este flagelo de frente e apontar as suas causas e soluções, através de um programa claro e corajoso







FONTE

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Figueira da Foz – Queremos o nosso mercado



O presidente da Associação de Comerciantes do Mercado Municipal da Figueira da Foz insurgiu-se esta terça-feira (19), no início da reunião de câmara, contra o processo de remodelação do mercado.
“Na última reunião deixaram-me ir embora e, depois, em reuniões paralelas”, (decidiram alterar a localização provisória do mercado) ”, acusou, elevando o tom de voz.
É justa a revolta dos comerciantes contra medidas menos claras e que lesam os seus negócios e o pequeno comércio.
De forma planeada ou por manifesta incapacidade autarquias e governos prejudicam sistematicamente os pequenos comerciantes parecendo proteger por vezes até promover as grandes superfícies. Lembramos que a ASAE essa policia politica ao serviço das grandes superfícies visita regularmente este mercado, perseguindo em vez de formar ou corrigir, tentado talvez dar mais uma machada no que é genuinamente português.
Solidarizamo-nos com as reivindicações destes comerciantes e com a revolta do seu presidente. Remodelação sim, mas os comerciantes devem ser ouvidos e acautelados os seus interesses.
Ali naquele Mercado com 118 anos de história, não há promoções agressivas em termos de marketing optimizado só no lucro...
No Mercado Engenheiro Silva da Figueira da Foz, existe isso sim... os elementos contemporâneos da tradição, da história e da cultura, de uma cidade...de um concelho...e no fundo de uma região...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Há 12 lojas fechadas entre as ruas Ferreira Borges e a Visconde da Luz


Presidente da Agência de Promoção da Baixa garante que há procura para as lojas encerradas, mas preços pedidos por proprietários afastam empresários
Os emigrantes já começaram a chegar de férias e, como sempre, vão à Baixa. A cada regresso, encontram mais lojas fechadas e cada vez mais comerciantes descontentes e preocupados com o dia de amanha. Só entre a Rua Ferreira Borges e a Avenida Visconde da Luz, são 12 os estabelecimentos encerrados. Enquanto isso, as esplanadas estão “a meio gás” e nem a música do acordeão anima quem tem de fazer as contas à vida. Nas montras, o papel pardo ou páginas de jornal escondem um cenário interior que não resistiu à crise. Nas vitrinas lê-se “Trespassa-se”, “Arrenda-se” ou “Vende-se” e abundam números de telefone para possíveis interessados.

O Comércio Tradicional é uma forma de compra e venda num ambiente de proximidade
entre vendedor e cliente, a qual só se verifica em locais de pequena e média dimensão, onde vamos e compramos através de uma base sólida de confiança, tanto na qualidade como na escolha selectiva dos produtos.
Com o aparecimento das grandes áreas comerciais, o comércio tradicional vê-se ameaçado face a essa concorrência desigual, sobrevivendo com grandes dificuldades,ou mesmo morrendo gradualmente.
Perdem-se com isso as suas vantagens, entre as quais destacamos a proximidade a todo o tipo de produtos, muitas vezes, produzidos pela nossa população, o que é um fctor de emprego, estabilidade e prosperidade para as famílias e que contribui
fortemente para a qualidade de vida das povoações e manutenção dos seus centros tradicionais.
Ao mesmo tempo, o comércio tradicional absorve uma boa parte da mão-de-obra activa da população laboral e representa ainda, um apoio fundamental ao sector turístico e ao abastecimento das zonas rurais, bem como das zonas históricas das nossas cidades.


É urgente apoiar o Comércio Tradicional, preservando-o e apoiando-o face ao comércio invasor e impessoal.


O Comércio tradicional ajuda a:

Combater a desertificação populacional dos centros históricos e turísticos das nossas cidades, bem como das zonas rurais .
Combater a marginalidade através da constante movimentação da população elevando o nível de segurança e harmonia entre a sociedade e a área comercial.
Proporcionar uma zona saudável de lazer e maior animação cultural.
Defender a nossa Cultura, Identidade, Hábitos e Costumes.


Defendendo o Comércio Tradicional, defendemos Portugal e os Portugueses.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Não à privatização dos CTT e ao encerramento de Estações de Correios



Os CTT fazem parte de um conjunto de empresas a privatizar pelo governo, em obediência e sintonia com as directivas da Troika, inscrevendo-se esta medida num vasto rol de atentados contra a nossa soberania.
O PNR não se opõe às privatizações em abstracto, mas antes, entende que os sectores vitais para a soberania e economia nacionais não são susceptíveis de passar das mãos do Estado para as do capital apátrida e usurário. Tais sectores vitais, como as energias, transportes e comunicações, são também eles, vitais para a coesão nacional e para o serviço às populações, pelo que, não podem ser alienados dos interesses nacionais e, dessa forma, da tutela do Estado.
As empresas públicas, além de poderem ser muitas delas lucrativas – se forem bem geridas, sem corrupção, gestão danosa ou clientelismo – devem acrescentar uma mais-valia em formação de quadros superiores e de trabalhadores especializados, mas sobretudo, devem fornecer os serviços mínimos de qualidade aos portugueses e garantir, deste modo, qualidade de vida às populações e soberania nacional.
No que respeita aos CTT – na mira das iminentes privatizações – a sua Administração ameaça encerrar várias Estações de Correio colocando em causa um serviço verdadeiramente social e de proximidade, sendo que essa medida é lesiva, atenta contra o interesse público e transtorna a vida das pessoas.
O serviço postal é um dos pilares de soberania de um país, pelo que deve ser claramente assumido pelo Estado!
Além do mais, contrariamente a outras instituições públicas, os CTT não têm tido problemas de fundo ao nível financeiro, apesar de gestões danosas nos últimos anos, com gastos sumptuosos em carros de luxo para a Administração, venda de património e posterior aluguer de instalações com rendas escandalosas, redução de pessoal do quadro e posterior recrutamento de funcionários a empresas de trabalho temporário… E se apresentam prejuízo no último ano, tal não passa de uma manobra de engenharia financeira, justamente para “justificar” uma privatização de conveniência.
A lógica economicista, de privatizações e encerramentos, não se pode sobrepor ao bem-estar social das populações, nem amputar o Estado de tal forma que este fique à mercê do grande capital, sobretudo o apátrida. Além disso ficam amaçados muitos postos de trabalho, quer pelos encerramentos, quer sobretudo, pela privatização e procura do lucro selvagem.
Lutemos pois, contra o encerramento cego de estações dos CTT e contra a privatização desta instituição nacional secular.

Na quarta-feira, 20 de Julho, às 17.30 horas, faremos acção de protesto na Praça dos Restauradores, em Lisboa, contra a privatização dos CTT e em apoio ao trabalho nacional. Depois e por todo o país vão seguir-se acções de colagens e panfletárias referentes a este assunto.
Juntem-se a nós nesta causa, façam cópias e colem junto às estações dos CTT, participem na distribuição de panfletos.

domingo, 17 de julho de 2011

Novos enfermeiros “de olho” no mercado de trabalho europeu


Portugal tem 5,7 enfermeiros por mil habitantes, uma média bem abaixo dos principais países para onde têm emigrado muitos dos recém-licenciados
Carlos Quitério e Ana Delgado estão entre os cerca de 300 novos enfermeiros saídos da escola superior de Coimbra, que ontem receberam os respectivos diplomas e prestaram juramento, no Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia. Chegam ao fim de quatro anos de estudos, com a consciência de que entrar no mercado de trabalho em Portugal vai ser «complicado», mas prometem tentar, antes de passarem ao plano B, ou seja, o estrangeiro.
Aida Mendes, vice-presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC), admite que «os tempos actuais são caracterizados por grande incerteza e muitas dificuldades», no entanto, lembrou que Portugal, com 5,7 enfermeiros por mil habitantes, está longe de atingir «um número proporcional de enfermeiros correspondentes à média da OCDE, o que indica a possibilidade da existência de necessidade de cuidados não completamente satisfeita».
Uma nova vaga de emigração está em curso, desta feita são os licenciados, os que se formaram em Portugal com o dinheiro dos nossos impostos que rumam a outros países. A Ordem é rica os frades é que são pobres. Enquanto se esbanja dinheiro na formação de licenciados o povo clama por mais enfermeiros.
Batemos no fundo como se prova pela noticia.
Reabram os serviços hospitalares que encerraram, coloquem os enfermeiros que faltam em todos, poupem nos ordenados principescos que pagam aos administradores, nas viaturas de luxo que compram, combatam o despesismo. U povo merece melhor saúde e os licenciados emprego no seu país.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Encerramento de Estações dos CTT em Coimbra



O espectro do encerramento de várias estações dos CTT aí está. Esta actividade que, em Portugal, remonta ao século XVI, com distribuição domiciliária nos primórdios do Século XIX, traçou o seu caminho por entre as vidas dos portugueses como algo indispensável.
Em Coimbra a administração desta empresa que o governo quer privatizar, colocando em causa uma instituição que é do povo, um serviço verdadeiramente social e de proximidade, quer encerrar as estações de Santa Clara e Santa Cruz.
Contrariamente a outras instituições do Estado, os CTT não têm tido problemas de fundo ao nível financeiro, pelo que a política de encerramento de várias estações ao longo do país é lesiva e atentatória contra o interesse público e dos cidadãos que dela dependem.
O serviço postal é reconhecidamente um dos pilares fundamentais de um país e que deve ser claramente assumido pelo Estado, pelo que o encerramento de estações prejudica as populações sobretudo os idosos e os com menos rendimentos, bem como transtorna vida das empresas aumentado os seus custos. Tememos também que estejam amaçados muitos postos de trabalho, quer pela via dos encerramentos, mas sobretudo com a privatização e o consequente aumento de preços que ditarão a lógica do lucro selvagem.
A lógica economicista e as privatizações a mando dos feitores da Troika, não podem sobrepor-se ao bem-estar social das populações, nem amputar o estado de tal forma que fique à mercê do grande capital, sobretudo o apátrida, no que toca à regulação social e à resposta rápida em situações de crise.
Lutemos pois contra o encerramento cego de estações, bem como a privatização desta instituição secular.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Encontro Nacionalista em Coimbra


Dia 4 de Setembro
Ponto de Encontro – Junto ao Portugal dos pequenitos pelas 12 horas.
Almoço – Restaurante Bom Proveito pelas 13 horas, Preço 12 Euros
Informações e marcações para:
E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Ribeira de Frades ameaça abrir viaduto à força



Se dentro de 60 dias a REFER não encontrar solução, população vai ser convidada a retirar os separadores de cimento

A Junta de Freguesia de Ribeira de Frades cansou-se de esperar pela abertura do viaduto na Linha do Norte e pela construção de passagens para peões. Por isso, depois de muitos alertas para a insegurança que se vive junto à linha do comboio, decidiu passar das palavras aos actos e dá um prazo para que a situação seja normalizada. Caso contrário, a população é convocada a retirar os separadores de cimento que impedem a abertura ao tráfego do viaduto, concluído, mas fechado.
«Damos um prazo de 60 dias para que a REFER assuma os seus compromissos e ponha o viaduto a funcionar. No final desse prazo abrimos o viaduto», explica o presidente da Junta de Ribeira de Frades, Jorge Veloso, que se manifesta cansado com o arrastar da situação que dura, recorda, «há mais de um ano». E lamenta o muito dinheiro investido numa obra que não serve a população.
Não faltam administradores na REFER, são tantos que até se atrapalham.
Enquanto esta empresa servir para colocar boys e não servir os interesses do povo, casos como este vão continuar a acontecer.
Solidarizamo-nos com o povo de Ribeira de Frades, prometendo também fazer nossa esta causa.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

PROJECTO "CULTURA E CIDADANIA"




SEXTA, 23 DE SETEMBRO, 21H15: TODOS PELA REABERTURA DO RAMAL ENTRE PAMPILHOSA E FIGUEIRA (com autarcas, políticos, entre os quais um representante do PNR etc.), no Café Aliança, em Mira.